Peixe Urbano
Um enorme terremoto de magnitude 7,7 atingiu o centro-sul do Paquistão nesta terça-feira (24) à tarde, hora local.
Os sismólogos também confirmaram que o terremoto acabou criando uma nova ilha, com cerca de 10 a 12 metros de altura, ao largo da costa paquistanesa. O abalo aconteceu a 69 quilômetros da cidade de Awaran, província do Baluchistão, em uma área relativamente próxima ao litoral do país.
A ilha recém-formada se localiza a cerca de 800 metros da costa de Gwadar, no Mar da Arábia. Já há informações (do jornal International Herald Tribune, pertencente ao The New York Times) de que uma verdadeira multidão está reunida no local para observar a mais nova ilha rochosa do mundo. Algumas fontes alegam que ela possui 30 metros de comprimento.
Não é incomum que terremotos desta magnitude mudem a paisagem da região, ou mesmo deformem a forma do planeta. Em 2010, um abalo sísmico de magnitude 8,8 no Chile criou novas linhas costeiras no país e mudou a forma da Terra o suficiente para encurtar nossos dias em uma fração de segundo.

De acordo com a rede de notícias BBC, de Londres, muitas das vítimas eram de Labach, na periferia norte da cidade Awaran. Há relatos de algumas pessoas presas sob os escombros de casas destruídas.
O USGS divulgou um resumo científico da natureza do terremoto, em que o serviço explica que o terremoto ocorreu como resultado do movimento inclinado de deslizamento da crosta em profundidade rasa. “O local e o mecanismo do terremoto estão de acordo com a ruptura que existe dentro da placa da Eurásia, acima da zona de subducção Makran”, consta a nota.
Ainda de acordo com o UDGS, o evento ocorreu dentro da zona de transição entre a região da zona de subducção (uma área de convergência de placas tectônicas, onde uma das placas desliza para debaixo da outra) da placa da Arábia, sob a placa da Eurásia, e a zona de colisão da placa da Índia, com a placa da Eurásia.Fonte: Hype science

Um enorme terremoto de magnitude 7,7 atingiu o centro-sul do Paquistão nesta terça-feira (24) à tarde, hora local.

Os sismólogos também confirmaram que o terremoto acabou criando uma nova ilha, com cerca de 10 a 12 metros de altura, ao largo da costa paquistanesa. O abalo aconteceu a 69 quilômetros da cidade de Awaran, província do Baluchistão, em uma área relativamente próxima ao litoral do país.

A ilha recém-formada se localiza a cerca de 800 metros da costa de Gwadar, no Mar da Arábia. Já há informações (do jornal International Herald Tribune, pertencente ao The New York Times) de que uma verdadeira multidão está reunida no local para observar a mais nova ilha rochosa do mundo. Algumas fontes alegam que ela possui 30 metros de comprimento.

Não é incomum que terremotos desta magnitude mudem a paisagem da região, ou mesmo deformem a forma do planeta. Em 2010, um abalo sísmico de magnitude 8,8 no Chile criou novas linhas costeiras no país e mudou a forma da Terra o suficiente para encurtar nossos dias em uma fração de segundo.

De acordo com a rede de notícias BBC, de Londres, muitas das vítimas eram de Labach, na periferia norte da cidade Awaran. Há relatos de algumas pessoas presas sob os escombros de casas destruídas.

O USGS divulgou um resumo científico da natureza do terremoto, em que o serviço explica que o terremoto ocorreu como resultado do movimento inclinado de deslizamento da crosta em profundidade rasa. “O local e o mecanismo do terremoto estão de acordo com a ruptura que existe dentro da placa da Eurásia, acima da zona de subducção Makran”, consta a nota.

Ainda de acordo com o UDGS, o evento ocorreu dentro da zona de transição entre a região da zona de subducção (uma área de convergência de placas tectônicas, onde uma das placas desliza para debaixo da outra) da placa da Arábia, sob a placa da Eurásia, e a zona de colisão da placa da Índia, com a placa da Eurásia.

Fonte: Hype science

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Exploring Matsushima, Japan’s 260 Pine-Covered Islands

Off the mainland coast of Miyagi Prefecture sits one of Japan’s three most scenic sights: a group of 260 small pine-covered islands called Matsushima (松島).

Deriving their name from the Japanese translation of “pine island”—matsu (松) for “pine” and shima (島) for “island”—the destination is a draw for locals, tourists and seagulls alike. The islands are best viewed from one of four vantage points, and cruises offer the best option for getting an up-close look.

To see more photos and videos from Japan’s pine islands, visit the Matsushima (日本三景 松島) location page and browse the #matsushima hashtag.

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Picture: Jenny Dean/REX (via Animal photos of the week - Telegraph)

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Picture: Jenny Dean/REX (via Animal photos of the week - Telegraph)

HAHAAHAHAHAHAHA!

HAHAAHAHAHAHAHA!

Tubarão branco fazendo um lanchinho lá pelas águas da África do Sul.

Tubarão branco fazendo um lanchinho lá pelas águas da África do Sul.

Você já deve ter visto por aí belas fotos que retratam fortes laços de amizade, mas esta história é um pouco mais inusitada e não menos adorável. A labradora preta Bella e a elefanta africana Bubbles se tornaram inseparáveis desde quando se encontraram no safári Myrtle Beach, na Carolina do Sul, Estados Unidos.

Infelizmente, Bubbles é órfã. Em 1981 os pais foram mortos por caçadores clandestinos durante o longo período de 20 anos em que estes animais foram perseguidos no continente por conta de seu marfim. Ela então foi adotada e quando chegou ao safári pesava apenas 154 kg, sustentados nos seus 106 cm. de altura. Atualmente a ‘pequena’ mede mais de 2m de altura e pesa 4 toneladas.

Em 2007, Bella foi deixada ainda filhote no parque pelo empreiteiro que construiu a piscina de Bubbles. Desde então, as melhores amigas encantam multidões e a série de fotos abaixo prova o quanto é divertida essa amizade. Entre as brincadeiras na água, Bubbles costuma usar sua tromba para jogar uma bolinha, enquanto Bella pula de cima dela para buscar.

Fonte: Hypeness

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South African Lesley Rochat calmly swims (without any protective cage) with tiger sharks in the Bahamas, considered to be one of the deadliest species of shark in the world. Lesley, from Cape Town, hopes she can help convince people sharks are not the man-eating monsters depicted in films like Jaws - but that they are crucial to the health of the world’s oceans.

 Picture: Lesley Rochat/CATERS (via Pictures of the day: 17 September 2013 - Telegraph)

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South African Lesley Rochat calmly swims (without any protective cage) with tiger sharks in the Bahamas, considered to be one of the deadliest species of shark in the world. Lesley, from Cape Town, hopes she can help convince people sharks are not the man-eating monsters depicted in films like Jaws - but that they are crucial to the health of the world’s oceans.


Picture: Lesley Rochat/CATERS (via Pictures of the day: 17 September 2013 - Telegraph)

cavetocanvas:

Kevin Sloan, Tropical Tableau, 2011

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Kevin Sloan, Tropical Tableau, 2011